World Machine abandona Windows após duas décadas de exclusividade

14 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

World Machine, a ferramenta de referência para a criação de terrenos em videogames e efeitos visuais, quebra sua tradição. Após mais de 20 anos atrelada ao Windows, sua próxima versão, Dragontail Peak, introduz suporte nativo para macOS com Apple Silicon e sistemas Linux. Uma ampliação de acesso que muitos esperavam há muito tempo, especialmente em estúdios que trabalham com ambientes multiplataforma.

Um monitor mostra a interface do World Machine com um terreno alpino gerado, junto a logotipos do macOS e Linux, simbolizando o fim da exclusividade Windows.

Dragontail Peak: desempenho nativo no Mac e Linux 🚀

A versão Dragontail Peak não é um simples port. A equipe reescreveu partes do motor para aproveitar as arquiteturas ARM do Apple Silicon e os kernels do Linux. Isso promete uma integração mais fluida com pipelines de desenvolvimento que usam software como Unreal Engine ou Houdini nessas plataformas. Elimina-se a dependência de camadas de emulação como Wine ou Boot Camp, um passo técnico que reduz o atrito em fluxos de trabalho híbridos e equipes com estações de trabalho variadas.

Vinte anos depois, os usuários de Mac finalmente podem tocar o chão 🌍

Parece que os usuários de Mac e Linux deixaram de ser cidadãos de segunda classe no mundo dos mapas de altura. Enquanto isso, os usuários de Windows se perguntam se isso significa que sua versão receberá menos patches, ou se simplesmente terão que compartilhar o banco de testes com o resto do ecossistema. Pelo menos, os artistas com Mac não precisarão mais se desculpar com um é que não roda o World Machine aqui. A era das desculpas acabou.