Warhorse e Amazon Games: a Terra Média se enche de RPGs

24 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O recente anúncio de um RPG de mundo aberto de O Senhor dos Anéis a cargo da Warhorse Studios gerou dúvidas entre os fãs. Não estava a Amazon Games desenvolvendo um MMO massivo da mesma franquia? A resposta está nos direitos de exploração. A Embracer Group comprou a Middle-earth Enterprises em 2022, mas possuir a licença não implica exclusividade. Dois estúdios podem trabalhar na Terra Média sem se atrapalharem.

Two medieval fantasy RPG developers working on separate Lord of the Rings projects, a split-screen showing Warhorse Studios character modeling workstation on one side and Amazon Games MMO server rack on the other, a glowing One Ring floating between them splitting into two golden streams, technical illustration style, realistic game development tools visible, monitors displaying terrain editors and character rigs, blueprints of Middle-earth maps pinned to corkboards, dramatic cinematic lighting, photorealistic engineering visualization, dual monitors reflecting code and 3D assets, process of parallel game development demonstrated

CryEngine e mundo aberto: o desafio técnico da Warhorse 🛠️

A Warhorse Studios planeja usar seu motor CryEngine, o mesmo de Kingdom Come Deliverance, para construir uma Terra Média detalhada e sem telas de carregamento. O desafio é escalar a tecnologia para representar vastos territórios como Valfenda ou Mordor sem sacrificar o desempenho. A Amazon Games, por sua vez, aposta em um MMO persistente com seu motor Lumberyard. Ambos os projetos competem por recursos de hardware, mas visam experiências distintas: um na narrativa single-player e o outro na cooperação massiva.

Dois anéis para governá-los... mas com DLCs separados 💍

A situação lembra uma piada de programadores: se duas equipes podem fazer a mesma coisa, no final farão duas coisas diferentes que os fãs comprarão em dobro. A Warhorse promete um RPG imersivo com história linear, enquanto a Amazon prepara seu MMO com skins e missões diárias. O curioso é que ambos pagarão direitos à Embracer, que esfrega as mãos. No final, o verdadeiro vencedor não é Sauron, mas sim quem cobra o licenciamento.