Taiwan retorna para casa após périplo africano com veto aéreo de Pequim

05 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O presidente taiwanês, Lai Ching-te, aterrissou em Taipei na terça-feira após visitar Eswatini, seu único aliado na África. Durante a viagem, três países - Seicheles, Maurício e Madagascar - negaram a permissão de sobrevoo ao seu avião, segundo Taipei devido à pressão chinesa. Lai afirmou que Taiwan tem o direito de se relacionar com o mundo.

Um avião presidencial taiwanês aterrissa em Taipei ao entardecer, com um mapa da África e rotas aéreas riscadas em vermelho simbolizando o veto de Pequim.

Como a geopolítica redefine as rotas aéreas e a soberania tecnológica ✈️

A negação de sobrevoo obrigou a aeronave presidencial a traçar uma rota alternativa, aumentando o tempo de voo e o consumo de combustível. Esse tipo de bloqueio aéreo é uma tática de pressão geopolítica que afeta a logística de viagens oficiais. A capacidade de um país para negociar corredores aéreos depende de sua rede diplomática, algo que Taiwan enfrenta com aliados limitados no tabuleiro global.

O avião presidencial teve que pedir permissão até para ir ao banheiro 😅

Parece que o avião de Lai precisava de um passaporte para cada nuvem que cruzava. Três países fecharam seu espaço aéreo como se fosse uma discoteca exclusiva, e o piloto teve que fazer malabarismos com o GPS para não acabar sobrevoando um campo de golfe. No final, Lai chegou são e salvo, embora certamente agora saiba mais sobre rotas alternativas do que um motorista de Uber na hora do rush.