IVICAM reúne especialistas em Tomelloso para debater mudanças climáticas nos vinhedos

18 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O Instituto da Vinha e do Vinho de Castilla-La Mancha (IVICAM) organizou em Tomelloso um encontro de especialistas para analisar como as mudanças climáticas afetam o vinhedo. Temperaturas extremas, secas prolongadas e vindimas adiantadas são os principais desafios que colocam à prova a viticultura tradicional na região.

foto em plano aberto de agrônomos e pesquisadores reunidos em torno de uma mesa com sensores de umidade do solo e telas de dados de estação meteorológica, um especialista apontando para um tablet mostrando um mapa infravermelho por satélite do estresse hídrico do vinhedo, enquanto outro demonstra um medidor portátil de clorofila em uma folha de videira, solo rachado e seco visível nas proximidades, névoa de calor extremo distorcendo os vinhedos ao fundo, estilo cinematográfico de documentação técnica, iluminação industrial fotorrealista, foco nítido em instrumentos científicos e visualização de dados

Tecnologia e adaptação diante de um clima imprevisível 🌱

Os especialistas debateram sobre ferramentas como sensores de umidade, drones para monitorar o estresse hídrico e porta-enxertos resistentes à seca. Também foram apresentados ensaios com coberturas vegetais para reduzir a temperatura do solo e sistemas de irrigação de precisão. O objetivo é manter a qualidade da uva sem aumentar o consumo de água em uma zona onde cada gota conta.

A uva se adianta e o viticultor se atrasa 🍇

Nesse ritmo, as vindimas começarão em julho e as uvas pedirão férias em agosto. Os especialistas sugerem acordar mais cedo, mas o vinhedo não tem despertador. Enquanto isso, os agricultores olham para o céu: antes rezavam por chuva, agora por uma nuvem que não seja tempestade de granizo. O vinho, isso sim, promete ser mais intenso e escasso, como as ideias de alguns políticos.