Instituto Hokuei esclarece faturamento após acidente na rodovia Ban-etsu

11 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O Instituto Hokuei de Niigata realizou sua segunda coletiva de imprensa para detalhar os antecedentes da viagem do clube de tênis de campo masculino, cujo ônibus sofreu um acidente fatal na rodovia Ban-etsu, em Fukushima. O responsável pelo clube explicou o planejamento do trajeto e, ao ser questionado se os ônibus foram contratados em nome do instituto, o representante afirmou que desconhecia esse detalhe. No entanto, revelou que no último ano foram realizadas 12 expedições, todas com nota fiscal emitida, mas a escola nunca fez a solicitação direta à empresa de aluguel.

Um representante do Instituto Hokuei fala em uma coletiva de imprensa, apontando documentos sobre faturamento e o acidente na rodovia Ban-etsu.

A gestão oculta por trás de 12 expedições e zero solicitações diretas 🚌

A revelação levanta um vácuo administrativo na contratação de serviços de transporte escolar. Embora 12 notas fiscais tenham sido emitidas no último ano, o instituto afirma não ter feito nenhum pedido formal à empresa de aluguel. Isso sugere que as viagens podem ter sido gerenciadas por meio de intermediários ou diretamente pelos clubes, sem passar pelos canais oficiais da instituição. A falta de um registro centralizado de solicitações dificulta rastrear quem autorizou cada deslocamento e sob quais condições, expondo uma possível fragilidade nos protocolos de segurança e prestação de contas.

12 viagens, 12 notas fiscais e zero responsabilidades: o clube organizou tudo 📄

Parece que o clube de tênis de campo masculino não só sabe bater bolas, mas também fazer malabarismos com a contabilidade. Doze expedições, doze notas fiscais, mas a escola nunca chamou o ônibus. Ou os alunos têm um dom para a gestão empresarial, ou o instituto tem um sistema de pedidos tão invisível que nem eles sabem quem pediu o quê. A única coisa clara é que, se a viagem der errado, a culpa é sempre de quem fatura, não de quem assina.