A ExxonMobil começou a usar deposição de metal a laser (LMD) para fabricar componentes de titânio no setor de petróleo e gás. A técnica reduz custos, encurta prazos de produção e minimiza o desperdício de material. Também permite reparar peças danificadas e fabricar sob demanda, melhorando a eficiência em ambientes extremos como campos marítimos ou desérticos.
Como o LMD imprime titânio sob demanda 🛠️
O LMD funciona depositando pó de titânio fundido com um laser sobre uma superfície, camada por camada, até formar a peça desejada. Diferente da forja ou usinagem tradicional, gera-se menos sucata e não são necessários moldes caros. A ExxonMobil aplica esta técnica para fabricar válvulas, impulsores e outros componentes críticos. O principal desafio é a falta de padrões industriais e certificações específicas para esses materiais no setor.
Adeus ao almoxarifado, olá ao pó mágico ✨
Parece que os velhos almoxarifados cheios de peças de reposição enferrujadas vão ficar no passado. Agora, se uma peça de titânio quebrar em uma plataforma, em vez de esperar semanas por uma peça de reposição, os técnicos podem imprimir uma nova enquanto tomam café. É claro, cuidado para não esquecer de carregar o pó de titânio na impressora, porque senão o café esfria e o reparo vira um drama de ficção científica.