Estudantes suíços acendem motor de detonação rotativa

29 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Uma equipe de 20 estudantes da ETH Zurique alcançou um marco técnico ao fazer funcionar um motor de foguete de detonação rotativa (RDRE) com propano e oxigênio líquido. O teste, realizado em abril de 2026 no aeródromo de Dübendorf, produziu ondas de detonação estáveis. Apenas uma dúzia de países domina essa tecnologia, e nenhum outro grupo estudantil havia conseguido isso com combustível líquido.

Estudante manipulando motor RDRE em bancada de testes ao ar livre, ondas de detonação anulares visíveis como anéis de plasma azul-laranja dentro da câmara anular, propano líquido e oxigênio fluindo por tubulações metálicas em direção ao injetor, sensores de pressão e termopares conectados a um rack de aquisição de dados com cabos coaxiais, fumaça e gases de escape expandindo-se no cone do bocal, fundo de hangar industrial com ferramentas de oficina, luz de flash estroboscópico sincronizado com a detonação, estilo fotorrealista de engenharia aeroespacial, texturas de metal escovado e carbono, cromaticidade técnica com reflexos alaranjados, composição cinematográfica grande angular.

Como funciona o ciclo de detonação supersônica 🚀

Ao contrário dos motores convencionais, o RDRE utiliza uma onda de choque supersônica que gira dentro da câmara a 20.000 revoluções por segundo. Essa detonação contínua gera pressões e temperaturas mais altas, queimando o combustível de forma mais completa. A melhoria teórica de eficiência em relação aos motores tradicionais situa-se entre 10 e 20%. O principal desafio foi estabilizar a onda sem que ela se extinguisse ou descontrolasse.

O foguete que não explodiu (e isso é notícia) 🔥

Enquanto a maioria dos estudantes de engenharia sonha que seu projeto funcione, esses 20 suíços conseguiram que seu motor não explodisse em mil pedaços. Algo que, no mundo da foguetaria experimental, já é considerado um sucesso retumbante. O próximo passo, segundo a equipe, é que o motor não apenas acenda, mas também empurre algo. Mas isso, dizem, fica para o próximo semestre.