Empresas valencianas burlam tarifas de Trump nos EUA

23 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Mais de 160 empresas da Comunidade Valenciana driblaram a política tarifária de Donald Trump e continuam crescendo nos Estados Unidos. Setores como calçados, cerâmica, automotivo e alimentício conseguiram manter sua presença por meio de estratégias como abrir filiais em território americano ou diversificar mercados. A qualidade e competitividade de seus produtos impulsionaram as exportações apesar das barreiras comerciais.

Azulejos valencianos e peças automotivas sendo carregadas em um contêiner de carga em um porto espanhol, trabalhadores inspecionando o controle de qualidade com tablets digitais, um grande navio de carga partindo em direção a um horizonte americano ao fundo, mostrando o processo de exportação contornando barreiras comerciais, ilustração técnica fotorrealista cinematográfica, iluminação industrial brilhante, logística de carga detalhada, texturas metálicas de contêineres, desfoque de movimento na esteira do navio, atmosfera comercial de alto contraste

Estratégias tecnológicas para contornar barreiras comerciais 🚀

A chave foi a adaptação logística e fiscal. Empresas estabeleceram filiais nos EUA para que seus produtos sejam considerados de origem local, evitando tarifas de até 25% em cerâmica e calçados. Outras usaram armazéns em zonas francas ou redirecionaram componentes através de países com acordos preferenciais. A digitalização das cadeias de suprimentos e o uso de software aduaneiro permitiram rastrear e certificar a origem de cada peça, reduzindo custos de importação.

Trump impõe tarifas, mas Valência se vira 💪

Parece que o muro de Trump não era tão alto. Enquanto ele aumenta as tarifas, as empresas valencianas abrem lojas em Nova York e vendem azulejos em Miami como se fossem locais. A estratégia é simples: se não pode com a tarifa, passe para o outro lado. E se o cliente perguntar, você sempre pode dizer que o produto é made in USA, embora a argila tenha viajado de navio desde Castellón. A globalização tem dessas coisas.