O motor Rutherford: impressão 3D e baterias para chegar ao espaço

23 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O motor Rutherford da Rocket Lab rompe com os esquemas tradicionais da propulsão espacial. Com apenas 35 quilogramas de peso, substitui as complexas turbinas a gás por motores elétricos alimentados com baterias de lítio-polímero. Nove desses motores impulsionam o primeiro estágio do foguete Electron, gerando 24 kN de empuxo cada um, enquanto o segundo estágio utiliza uma versão otimizada para o vácuo.

Vista em corte do motor Rutherford da Rocket Lab, nove motores elétricos montados no primeiro estágio do foguete Electron, pacotes de baterias de lítio-polímero alimentando turbobombas acionadas por motor, câmara de combustão metálica impressa em 3D brilhando com plasma azul-branco, tanques de propelente de compósito de carbono visíveis, engenheiros ajustando chicotes elétricos em ambiente de sala limpa, estilo de ilustração técnica, iluminação industrial azul fria, superfícies de alumínio polido refletindo luzes da oficina, linhas de combustível e conduítes elétricos detalhados roteando pelo compartimento do motor, visualização de engenharia fotorrealista, sombras dramáticas enfatizando a complexidade mecânica

Produção rápida com impressão 3D e objetivos ambiciosos 🚀

Cada componente principal do motor Rutherford é fabricado por meio de impressão 3D, o que permite montar uma unidade completa em um único dia. A Rocket Lab estabeleceu um objetivo de produção anual de 200 motores. Até o final de 2025, mais de 800 unidades haviam voado em mais de 70 missões do foguete Electron. Essa abordagem industrial contrasta com os prazos de fabricação de motores tradicionais, que geralmente exigem semanas ou meses.

Adeus às turbinas: agora o espaço funciona com pilhas 🔋

Aos engenheiros aeroespaciais clássicos deve dar um nó no coração: o motor Rutherford funciona com baterias recarregáveis, como um brinquedo de controle remoto, mas com potência suficiente para colocar satélites em órbita. O melhor é que, se ficar sem carga, não pode ser conectado à rede elétrica do espaço. Felizmente, a queima do propelente termina antes que o foguete precise de um power bank.