O Real Alcázar de Sevilha fechou a cripta do Pátio de Bandeiras para realizar trabalhos de conservação que protejam o legado de Velázquez. Enquanto isso, o Museu de Belas Artes de Sevilha adicionou uma obra barroca à sua coleção, reforçando a relevância da pintura sevilhana do século XVII. Ambas as ações visam preservar o patrimônio histórico e artístico da cidade.
Técnicas de conservação para o legado pictórico 🎨
Os trabalhos na cripta do Pátio de Bandeiras incluem análises de umidade e controle de temperatura para evitar danos aos afrescos. São usados lasers de baixa potência para limpar camadas de sujeira sem riscar a superfície. Além disso, são aplicados consolidantes à base de água para fixar pigmentos originais. O processo é lento, mas necessário para evitar que o tempo e o turismo em massa apaguem detalhes das obras. A nova peça barroca do Museu de Belas Artes, atribuída a um discípulo de Zurbarán, passou por um escâner 3D para documentar seu estado atual.
A cripta fecha e o barroco se muda para o museu 🖼️
Enquanto a cripta do Alcázar faz uma pausa para um tratamento de beleza, o Museu de Belas Artes marcou um ponto com sua nova aquisição barroca. Parece que o patrimônio sevilhano está de mudança: umas peças se escondem para não estragar e outras aparecem como por arte mágica. Pelo menos, se não se pode ver a cripta, sempre dá para ir cumprimentar o novo quadro, que não precisa de agendamento e aguenta estoicamente as selfies.