Capcom celebra o ódio à demonstração do DLSS 5 para Resident Evil Réquiem

05 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

A Capcom reagiu com satisfação às críticas negativas recebidas pela demo técnica do DLSS 5 da Nvidia para Resident Evil Requiem. Segundo o produtor Masato Kumzawa, a rejeição dos jogadores às versões melhoradas por IA de Leon e Grace confirma que o design original de Grace funciona. Para Kumzawa, o fato de os fãs defenderem a direção artística original indica que acertaram com o personagem.

Um monitor mostra Leon e Grace pixelados, com um balão de texto da Capcom celebrando: 'O ódio à demo DLSS 5 confirma nosso design'.

A tecnologia DLSS 5 e o conflito com a arte original 🎮

A demo mostrava Leon e Grace renderizados com o novo DLSS 5, que aplica redimensionamento por inteligência artificial para gerar texturas e animações mais detalhadas. No entanto, os resultados eliminavam traços distintivos do design original, como as proporções estilizadas e a paleta de cores específica de Grace. Os jogadores apontaram que as versões com IA pareciam genéricas e perdiam a personalidade do personagem. A Capcom interpretou essa reação como uma validação de seu trabalho artístico.

Grace triunfa porque até a IA não conseguiu melhorá-la ✨

É curioso que uma tecnologia que promete perfeição gráfica acabe demonstrando que um design humano já era perfeito. Grace conseguiu algo que poucos personagens conseguem: que os jogadores prefiram seus polígonos originais a uma versão gerada por computador. Quem diria que a inteligência artificial serviria para reivindicar o trabalho manual. Agora só falta a Capcom vender camisetas com o lema Minha Grace é a autêntica e não a da IA.