Blood of Dawnwalker se prepara para oferecer uma experiência de RPG que combina duas grandes referências do gênero. O diretor criativo Mateusz Tomaszkiewicz destacou que o jogo busca que cada decisão do jogador tenha um impacto tangível no mundo, evitando a sensação de ser um mero espectador. Para isso, inspiram-se na liberdade de escolha de Baldur's Gate 3 e no design de mundo denso e compacto do clássico RPG Gothic.
Um mundo compacto onde cada canto conta uma história 🌲
Ao contrário de mapas enormes com conteúdo vazio, a equipe aposta em um design vertical e artesanal. Tomaszkiewicz explica que o mundo de Blood of Dawnwalker é pensado para que o jogador percorra distâncias curtas, mas repletas de encontros significativos. Cada caverna, cada casa e cada trilha tem um propósito narrativo ou de jogo. Essa filosofia, tirada de Gothic, permite que o jogador conheça cada canto e sinta que suas ações, desde um roubo até uma aliança, transformam o ecossistema de personagens e facções.
A promessa de que suas decisões importam (e não morrem na tentativa) ⚔️
Claro, todos já ouvimos aquela história de suas decisões importam, só para descobrir que no final tudo se resume a escolher entre um final cinza claro ou cinza escuro. Tomaszkiewicz jura que aqui não será o caso e que o mundo reagirá de forma orgânica. Mas fique tranquilo, se seu personagem decidir ignorar a trama principal para roubar as calcinhas do prefeito, o jogo também vai lembrar disso. Afinal, a liberdade total também inclui o direito de fazer papel de bobo.