Fernando Alonso executou uma largada magistral em Montreal, subindo sete posições nas primeiras voltas. No entanto, a diferença de desempenho do AMR25 em relação aos monopostos de ponta ficou evidente, e o asturiano foi superado progressivamente, perdendo o terreno conquistado por pura falta de velocidade final e tração.
O déficit de carga aerodinâmica limita o potencial do AMR25 🏎️
A análise técnica do fim de semana mostra que a Aston Martin sofre em setores de alta velocidade e zonas de aceleração. Enquanto pilotos como Verstappen ou Norris conseguiam abrir o DRS e manter a velocidade, Alonso precisava gerenciar o desgaste dos pneus e a falta de aderência traseira. O pacote evolutivo introduzido em Imola não resolveu o equilíbrio instável em curvas lentas, crucial para circuitos como Montreal.
A estratégia: esperar um milagre que nunca chega 😅
Alonso pediu pelo rádio um plano B, C e D, mas a equipe só tinha o plano Sorte. No final, o asturiano fez mais ultrapassagens na primeira volta do que toda a equipe nas últimas cinco corridas. Para a próxima etapa, talvez devessem pedir ao Stroll que se afaste antes da primeira curva, pelo menos para não perder tempo.