Alonso recupera sete posições no Canadá, a Aston Martin não dá mais

28 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Fernando Alonso executou uma largada magistral em Montreal, subindo sete posições nas primeiras voltas. No entanto, a diferença de desempenho do AMR25 em relação aos monopostos de ponta ficou evidente, e o asturiano foi superado progressivamente, perdendo o terreno conquistado por pura falta de velocidade final e tração.

Fernando Alonso em plena recuperação no circuito Gilles Villeneuve, monoposto Aston Martin AMR25 acelerando em curva fechada com alto ângulo de direção, pneus traseiros perdendo tração sobre asfalto molhado, fumaça branca saindo dos freios traseiros, aerofólio traseiro com fluxo turbulento visível, suspensão dianteira comprimida mostrando carga aerodinâmica, três monopostos rivais ultrapassando por velocidade final ao fundo, barreiras de proteção de concreto, bandeiras de advertência tremulando, estilo cinematográfico de engenharia, iluminação nublada de tarde, render fotorrealista técnico, detalhes de carbono e fibra na carroceria, movimento borrado nas rodas e fundo.

O déficit de carga aerodinâmica limita o potencial do AMR25 🏎️

A análise técnica do fim de semana mostra que a Aston Martin sofre em setores de alta velocidade e zonas de aceleração. Enquanto pilotos como Verstappen ou Norris conseguiam abrir o DRS e manter a velocidade, Alonso precisava gerenciar o desgaste dos pneus e a falta de aderência traseira. O pacote evolutivo introduzido em Imola não resolveu o equilíbrio instável em curvas lentas, crucial para circuitos como Montreal.

A estratégia: esperar um milagre que nunca chega 😅

Alonso pediu pelo rádio um plano B, C e D, mas a equipe só tinha o plano Sorte. No final, o asturiano fez mais ultrapassagens na primeira volta do que toda a equipe nas últimas cinco corridas. Para a próxima etapa, talvez devessem pedir ao Stroll que se afaste antes da primeira curva, pelo menos para não perder tempo.