Alemanha subsidia gás, freia renováveis e aumenta a conta

31 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O governo alemão diz impulsionar a transição ecológica, mas suas contas revelam outra realidade. Enquanto a solar e a eólica já são mais baratas, Berlim mantém ajudas milionárias ao gás natural. Essa contradição encarece a eletricidade para as famílias e atrasa a mudança para um sistema limpo e estável. A cidadania paga o pato.

Ilustração técnica fotorrealista de um painel de medidor de eletricidade residencial alemão, luz de aviso vermelha brilhante no fusível principal, um gasoduto com moedas de euro fluindo para ele dominando o primeiro plano, enquanto um pequeno painel solar e uma turbina eólica ao fundo estão visivelmente desconectados do circuito, uma conta de serviços públicos aberta com gráfico de preços crescentes, iluminação industrial dramática, sombras azuis frias contrastando com o tom quente da chama do gás, componentes elétricos ultra detalhados, fusíveis, fios e disjuntores, visualização cinematográfica de engenharia

Solar e eólica: a tecnologia já venceu, a política não assume 🌱

Os custos de geração solar e eólica caíram 80% na última década, situando-se abaixo dos 30 euros por MWh. O gás, por outro lado, gira em torno dos 80 euros e requer infraestruturas caras. Apesar disso, a Alemanha atrasa licenças para parques eólicos e solares. A solução técnica passa por eliminar subsídios fósseis e simplificar a burocracia para implantar renováveis em escala.

Berlim: muito pose verde, muito gás no bolso 😤

O governo alemão promete salvar o clima enquanto abraça o gás como se fosse um ursinho de pelúcia. É como ir à academia e pedir um hambúrguer com extra de queijo. A conta de luz sobe, as emissões estagnam, mas pelo menos os lobbies do gás estão contentes. Isso sim, que ninguém diga que não se tenta: tenta-se que paguemos mais pela mesma energia.