Rolling Stones lançam Foreign Tongues, rock sem idade aos seus oitenta anos

27 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

Os Rolling Stones voltam à carga com Foreign Tongues, seu segundo disco em três anos. Com 14 canções que transitam entre o rock, o soul e o blues, a banda demonstra que, aos 80 anos, a energia não falta. Embora não haja hinos geracionais, o álbum é uma amostra sólida de ofício e celebração de uma lenda que se mantém ativa.

Membros idosos de banda de rock tocando em um estúdio de gravação vintage, mãos envelhecidas segurando braços de guitarra elétrica e baquetas enquanto faders do console de mixagem sobem e descem, bobinas de fita analógica girando lentamente, válvulas de amplificadores brilhando, partículas de poeira flutuando na luz âmbar quente, suor nos rostos mostrando intensa ação musical, energia soulful de blues-rock capturada durante a performance, ilustração técnica fotorrealista cinematográfica, equipamento de estúdio retrô com cabos e microfones, ângulo dramático de baixo para cima, sombras profundas e destaques dourados, texturas ultra-detalhadas de madeira envelhecida e instrumentos desgastados

Produção analógica e gravação ao vivo para capturar a essência 🎛️

Para este trabalho, o grupo optou por sessões ao vivo em estúdio, minimizando overdubs digitais. Foram usados amplificadores valvulados e fitas magnéticas, buscando o calor do som clássico. A mixagem, a cargo de um engenheiro de longa trajetória, priorizou a dinâmica natural da bateria de Charlie Watts e da guitarra de Keith Richards. O resultado é um disco que soa como 1972, mas gravado hoje, sem artifícios de auto-tune ou compressão excessiva. Uma aposta técnica que reforça sua proposta artesanal.

A turnê será em cadeiras de rodas ou não será 🎸

Com Mick Jagger pulando como se tivesse 40 anos a menos e Keith Richards com sua pose de não ter dormido em décadas, Foreign Tongues promete ser a desculpa perfeita para outra turnê mundial. Os fãs já especulam se usarão bengalas ou andadores no palco. O certo é que, enquanto continuarem lançando discos, seus joelhos de titânio continuarão dando trabalho. E se não, sempre podem tocar sentados. O rock não morre, só faz cirurgia de quadril.