Teste de arma horas antes do crime do Calvário em Cartagena

27 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

O julgamento pelo assassinato ocorrido em outubro de 2015 na área do Calvário de Cartagena avança com provas contundentes. O acusado, amigo da vítima, testou uma arma de fogo horas antes do crime. A vítima era intermediária no narcotráfico e fornecia droga a ele. Peritos encontraram resíduos de pólvora em um carro e impressões digitais do acusado em documentos relacionados a entorpecentes. A violência ligada ao narcotráfico continua afetando a segurança pública.

cena noturna em beco estreito do distrito do Calvário em Cartagena, homem testando pistola sob luz de poste fraca, clarão do disparo iluminando paralelepípedos e paredes de tijolo, estojo de bala ejetando no ar, sombra de segunda figura observando da esquina, evidências forenses visíveis posteriormente: resíduos de pólvora no painel do carro e impressões digitais em livros de contabilidade de drogas, estilo cinematográfico de fotografia de cena de crime, sombras de alto contraste, textura fotorrealista granulada, lâmpadas de sódio quentes contrastando com azul noturno frio, movimento congelado no tempo, detalhes técnicos de evidências sutilmente integrados ao ambiente

Perícia balística e análise de resíduos na cena do crime 🔍

A investigação forense tem sido fundamental. Os peritos analisaram resíduos de pólvora no veículo do suspeito, compatíveis com a arma utilizada. Também foram confrontadas as impressões digitais do acusado em documentos de contabilidade de drogas, o que reforça a conexão com o tráfico de entorpecentes. Essas provas técnicas, juntamente com a cronologia dos fatos, permitem que o Ministério Público reconstrua os movimentos do acusado. O julgamento se concentra em demonstrar a premeditação e o vínculo direto com o ambiente do narcotráfico.

O curso acelerado de tiro do acusado: teste gratuito incluído 😅

Parece que o acusado quis garantir que a arma funcionava antes do crime. Como se fosse um cliente exigente que testa um produto antes de comprá-lo. O que ele não calculou é que deixar um rastro de pólvora no carro é tão discreto quanto carregar uma placa de aqui matei eu. Agora, os peritos fizeram uma demonstração de tiro ao alvo com as próprias provas dele. Uma pena que ele não tenha testado também o sistema de segurança do veículo.