Greve na Goldsmiths: cortes, demissões e salários congelados em cem por cento

08 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

O pessoal do Goldsmiths, Universidade de Londres, iniciou uma greve por tempo indeterminado no último dia 8 de junho para protestar contra possíveis cortes e demissões que afetariam mais de 20% do quadro de funcionários. A direção respondeu reduzindo em 100% o salário dos grevistas, uma medida que coloca em risco a estabilidade laboral e acadêmica da instituição.

Entrada do campus da Goldsmiths University bloqueada por funcionários acadêmicos em greve segurando cartazes, janelas administrativas visíveis ao fundo com persianas fechadas, um documento de folha de pagamento sendo rasgado ao meio por um manifestante, display de relógio salarial congelado mostrando aumento zero por cento, salas de aula vazias através de portas de vidro, estilo foto-realista cinematográfico, luz do dia nublada de Londres, sombras dramáticas de faixas de protesto, sinalização universitária desgastada, tensão visível na linguagem corporal dos funcionários formando um piquete, alvenaria detalhada e arquitetura institucional, texturas realistas de tecido nas roupas, ilustração técnica em estilo documental

Como a automação e a IA agravam a precariedade nas universidades 🤖

Enquanto a administração do Goldsmiths justifica os cortes com a digitalização de processos e a implementação de ferramentas de IA para tarefas administrativas, os trabalhadores apontam que a tecnologia não substitui a atenção personalizada ao estudante. A universidade busca reduzir gastos operacionais, mas o conflito evidencia que a transição digital, mal gerenciada, pode destruir empregos sem melhorar a qualidade educacional.

A universidade que corta salários, mas não corta a ironia 😅

Parece que no Goldsmiths descobriram a fórmula mágica para economizar: se você não paga quem protesta, o déficit se reduz sozinho. O próximo passo será instalar dispensadores de diplomas nos corredores, assim os alunos se formam sem incomodar ninguém. Isso sim, a cafeteria e o Wi-Fi continuarão funcionando, porque há prioridades.