O Figma apresentou em sua conferência Config novos recursos com inteligência artificial que permitem gerar animações e efeitos visuais a partir de descrições textuais. Também se soma a edição direta de código dentro do design. Para o usuário comum, isso reduz o tempo em tarefas repetitivas e facilita a criação de gráficos complexos, aproximando ferramentas avançadas de quem não domina a programação.
Edição de código integrada e automação visual 🛠️
A atualização permite que os desenvolvedores modifiquem o código-fonte diretamente da tela de design, sincronizando alterações em tempo real. A IA interpreta comandos como animar botão com salto suave e gera transições sem intervenção manual. Isso elimina etapas intermediárias entre o protótipo e o produto final. Para as equipes de produto, significa menos idas e vindas entre ferramentas, embora exija revisar se a IA não interpreta mal instruções complexas ou ambíguas.
Agora a IA também te poupa do drama de explicar o que você quer 😅
Se antes você perdia três horas discutindo com seu designer se o botão deveria ser azul céu ou azul oceano, agora você só diz para a IA faça azul como o mar e ela te devolve um degradê com ondas animadas. Claro, depois você descobre que o cliente queria azul piscina e precisa repetir o prompt. Mas ei, pelo menos a máquina não revira os olhos quando você muda de opinião pela quinta vez.