China parte montanhas para abrir caminho ao progresso

10 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

Nas regiões montanhosas de Guizhou, Yunnan e Sichuan, a China está usando explosivos e maquinaria pesada para cortar montanhas ao meio. Esta técnica, que reduz trajetos de horas a minutos, apresenta-se como uma alternativa mais barata e fácil de manter do que túneis em terrenos instáveis. Uma aposta na infraestrutura que transforma a paisagem e a conectividade. 🏔️

montanhas de Guizhou sendo cortadas ao meio com explosões controladas, escavadeiras amarelas sobre entulhos, maquinaria pesada perfurando rocha estratificada, poeira e fragmentos voando durante a demolição, estrada de asfalto abrindo caminho entre o corte vertical, taludes reforçados com telas metálicas e parafusos de ancoragem, engenheiros com capacetes observando o processo, guindastes movendo vigas de concreto, paisagem de vales verdes ao fundo, estilo cinematográfico técnico, iluminação dramática de pôr do sol, texturas de rocha detalhadas, photorealistic engineering visualization

Taludes em vez de túneis: a engenharia pragmática chinesa 🚜

Diante da instabilidade geológica dos solos cársticos, onde os túneis exigem revestimentos caros e sistemas de drenagem, o corte direto de montanhas simplifica a construção. Escava-se uma brecha de até 50 metros de largura, estabilizam-se os taludes com concreto projetado e ancoragens, e implanta-se a via. A manutenção se reduz a limpar desprendimentos superficiais, evitando os complexos problemas de infiltrações e afundamentos que afetam os túneis nessas áreas.

Adeus, montanha; olá, rodovia com pedágio 🛣️

Enquanto no Ocidente fazemos estudos de impacto ambiental de três anos para colocar uma lombada, a China decide que a montanha está sobrando e a parte como uma batata frita. No final, colocam árvores nas laterais do corte e todos ficam contentes. E o melhor: se a estrada ficar cheia de buracos, basta colocar mais asfalto, sem ter que rezar para que o túnel não desabe em cima. Eficiência, como chamam.