Bungie demite equipe de Destiny 2: futuro incerto para o jogo

27 de June de 2026 Publicado | Traducido del español

A Bungie realizou uma onda de demissões em massa que afeta grande parte da equipe de Destiny 2, após não cumprir as expectativas de receita e jogadores. Os cortes também atingiram equipes da Sony que prestavam apoio ao estúdio. Para a comunidade, isso deixa um panorama de incerteza sobre o desenvolvimento futuro do título, enquanto a indústria dos games enfrenta ajustes que impactam tanto trabalhadores quanto jogadores.

Interior do escritório da Bungie durante demissões, várias mesas vazias com monitores exibindo telas de login de Destiny 2, uma caixa de itens pessoais sendo embalada por um funcionário saindo, documentos de desenvolvimento de jogos e arte conceitual de personagens espalhados sobre uma mesa, iluminação ambiente escura com brilho azul de tela, ilustração técnica fotorrealista cinematográfica, sombras dramáticas, estação de trabalho abandonada mostrando uma interface de motor de jogo aberta, figuras de fundo desfocadas se afastando, ambiente de escritório ultra detalhado, atmosfera tensa, render 3D de alta resolução

O motor gráfico e o desenvolvimento após as demissões 🎮

A saída de pessoal-chave afeta diretamente o motor Tiger, base técnica de Destiny 2, e a capacidade da Bungie de lançar conteúdo regular. Sem as equipes de suporte da Sony, a otimização no PlayStation e PC pode desacelerar. A redução de quadro obriga a priorizar patches em vez de expansões, o que reduz o ritmo de atualizações. Isso sugere que o jogo entrará em um ciclo de manutenção básica, com menos missões e eventos ao vivo.

Da próxima vez que falharem, que demitam os chefes 😤

Claro, o sensato diante de um jogo que não rende é demitir quem faz as missões diárias e conservar quem decidiu vender três expansões por ano sem polir. Porque nada resolve melhor a falta de conteúdo do que ter menos gente para criá-lo. Agora os jogadores esperarão meses por uma atualização enquanto os diretores se perguntam por que a comunidade reclama. Um clássico: demitir quem trabalha e manter quem planeja.