Plasmus: o super-herói que se perdeu no ácido

02 de July de 2026 Publicado | Traducido del español

Otto Von Furth, mais conhecido como Plasmus, é um daqueles personagens da DC Comics que a maioria esqueceu. Criado por Marv Wolfman e ilustrado por George Pérez, estreou como um cientista que, após um acidente com ácido, se transformou em uma massa amorfa e corrosiva. Sua história é breve e trágica, típica dos anos 80.

ácido tóxico verde derramando de vidraria de laboratório quebrada sobre um cientista de jaleco branco, seu corpo se dissolvendo em uma lama verde amorfa e borbulhante, líquido corrosivo corroendo mesa de metal e azulejos do chão, estilo retrô de quadrinhos dos anos 1980, iluminação dramática de laboratório suspensa, óculos de segurança rachados por perto, poças ácidas girando se espalhando pelo chão, tubulações industriais e tanques químicos ao fundo, bolhas de reação visíveis e nuvens de vapor, cena de ação cinematográfica mostrando o momento da transformação, ilustração técnica fotorrealista com sombras de alto contraste e brilho verde neon

A decomposição controlada como poder 🧪

Plasmus possuía a capacidade de dissolver matéria orgânica e inorgânica ao contato, graças ao seu corpo semilíquido de pH extremo. Sua fisiologia permitia moldar sua forma para atravessar espaços reduzidos ou envolver alvos. No entanto, sua instabilidade química exigia um traje de contenção especializado. Sem ele, seu corpo evaporava lentamente, limitando suas aparições a combates curtos e controlados.

O superpoder de desaparecer dos quadrinhos 💧

O irônico sobre Plasmus é que sua maior façanha foi desaparecer do radar editorial. Com um poder que basicamente o transformava em uma poça ambulante, não é surpresa que os roteiristas preferissem vilões menos... líquidos. No final, Otto se liquefez no esquecimento, provando que nem tudo que brilha é ouro, nem tudo que derrete é queijo.