A NASA marcou para dezembro de 2028 a primeira viagem interplanetária com propulsão nuclear-elétrica rumo a Marte. O projeto utiliza o reator Space Reactor-1 (SR-1) Freedom, um sistema fechado Brayton modificado que substitui a combustão por fissão nuclear para gerar calor. Esse calor expande um gás que move uma turbina e produz eletricidade, alimentando motores elétricos que são ativados 48 horas após a decolagem e operam durante todo o ano de travessia.
Como funciona o reator SR-1 Freedom no espaço 🚀
O SR-1 Freedom não queima combustível, mas usa fissão nuclear para aquecer um gás em um circuito fechado. Esse gás, ao se expandir, impulsiona uma turbina conectada a um gerador elétrico. A eletricidade resultante não só move os motores iônicos, mas também abastece as comunicações da nave. O sistema é ligado dois dias após o lançamento para evitar riscos durante a fase inicial do voo. Todo o processo é projetado para funcionar sem interrupções durante o ano que dura a viagem a Marte.
Um reator no espaço: melhor do que pedir um café em casa ☕
A NASA acredita que um reator nuclear é a solução ideal para chegar a Marte. Claro, porque nada grita segurança como ter uma fonte de fissão em uma lata metálica viajando a milhares de quilômetros por hora. Se algo der errado, pelo menos os astronautas não terão que se preocupar em ficar sem bateria para o celular. E se o reator falhar, sempre podem pedir ajuda a um satélite que também funciona com energia nuclear. Tudo sob controle.