Heather Cerlan, diretiva da Naughty Dog, confirmou que a morte de Joel Miller em The Last of Us Parte 2 não apenas gerou controvérsia entre os jogadores, mas também provocou divisões internas no estúdio. Em uma entrevista, ela revelou que parte da equipe questionou se deveriam seguir adiante com essa reviravolta na trama. A cena, executada por Abby Anderson, polarizou a comunidade em 2020 entre aqueles que a rejeitaram por ser brutal e aqueles que a aplaudiram por subverter expectativas.
O processo técnico por trás de uma decisão narrativa polêmica 🎮
O desenvolvimento da sequência envolveu um esforço técnico notável. A equipe de animação trabalhou na captura de movimento para transmitir a crueza do momento, enquanto os designers de som ajustaram cada golpe para gerar uma experiência visceral. Desde a programação da IA inimiga até a iluminação ambiental, cada departamento contribuiu com sua visão. Cerlan destacou que as discussões internas não interromperam o progresso, mas obrigaram a revisar o roteiro várias vezes para garantir coerência narrativa.
Quando até os desenvolvedores se perguntam: em que estávamos pensando? 🤔
Imagine chegar ao escritório e seu colega dizer: Vamos matar o protagonista da última década. Pois foi isso que aconteceu na Naughty Dog. Enquanto os chefes defendiam a reviravolta, os animadores provavelmente pensavam: Ei, eu só queria fazer um jogo de zumbis, não uma terapia de luto coletiva. No final, a divisão interna só demonstra que, dentro do estúdio, o caos criativo também tem seu próprio modo multijogador.