Kenichi Yoda, executivo-chave desde a compra do Studio Ghibli pela Nippon TV, sobe para liderar a expansão do estúdio em novos territórios. Sua experiência em projetos como a adaptação teatral de Meu Amigo Totoro pela Royal Shakespeare Company marca o caminho. Com Miyazaki como presidente honorário e Suzuki no comando, a Ghibli busca se diversificar em parques, exposições e licenciamentos após o sucesso global de O Menino e a Garça.
Ghibli aposta em tecnologia cênica e parques temáticos 🎭
A promoção de Yoda impulsiona o desenvolvimento de produções cênicas que exigem integração técnica avançada, como fantoches e efeitos visuais para adaptar mundos animados ao teatro. O estúdio também expande o parque Ghibli Park no Japão, usando sistemas de realidade aumentada em exposições. O licenciamento de personagens para videogames e experiências imersivas será gerenciado com plataformas digitais, buscando sinergias entre entretenimento ao vivo e tecnologia interativa sem depender apenas do cinema.
O plano da Ghibli: de desenhar a montar parques com fantoches 🎪
Agora que Yoda subiu de cargo, a Ghibli parece decidida a que você não apenas assista seus filmes em casa, mas também pague para ver o Totoro dançar em um palco ou para passear entre cogumelos gigantes em um parque. A ideia é clara: se você não pode levar a magia para o sofá, que o sofá se transforme em um campo de nabos. Claro, esperamos que não incluam no contrato ter que limpar as pegadas do Sem Rosto depois da apresentação.