A Weta FX publicou em seu site vários vídeos de demonstração de suas ferramentas internas. Entre elas, destacam-se Pahi, seu sistema de simulação de água, e Loki, seu framework multifísico. Esses clipes oferecem um olhar direto ao arsenal técnico usado em filmes como as sequências de Avatar, mostrando como a magia digital é construída com código e processos bem ajustados.
Loki e Pahi: o motor oculto das simulações complexas 🛠️
Os vídeos mostram Loki acoplando simulações de líquidos, gases, cabelo e tecido em um mesmo ambiente. Isso permite interações realistas entre elementos, como um tecido molhado que se deforma pelo vento ou o cabelo afetado por uma corrente de água. Já Pahi foca na dinâmica de fluidos, calculando ondas e respingos com precisão. Ambas as ferramentas são modulares e se integram aos pipelines do estúdio, otimizando o fluxo de trabalho sem depender de soluções comerciais.
Como justificar seu café da manhã com física de fluidos ☕
Ver esses vídeos dá uma sensação estranha: por um lado, você entende por que Avatar levou anos para ser feito; por outro, percebe que sua tentativa de simular uma gota d'água em casa com Blender provavelmente terminará em um cubo derretendo. Mas nem tudo é frustração. Pelo menos, agora você sabe que, se seu PC pegar fogo simulando cabelo, pode culpar Loki e não sua falta de paciência.