Vietnã busca seu lugar no chip global com apoio dos EUA

17 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O Vietnã aspira a ser um centro global de semicondutores, apoiado pelos Estados Unidos como contrapeso à China. O país considera a inovação e a transformação digital pilares para alcançar o desenvolvimento até 2045. Em fevereiro, Trump removeu o Vietnã da lista de controle de exportações, facilitando o acesso a tecnologia avançada para a fabricação de chips. Além disso, Hanói negocia com a ASML para estabelecer um centro de pesquisa e formação em semicondutores.

Engenheiros vietnamitas de semicondutores montando wafers de silício em ambiente de sala limpa, braços robóticos transferindo substratos de chips entre máquinas de litografia, sistema de alinhamento a laser azul brilhante durante o processo de fotolitografia, centro de pesquisa da ASML com técnicos vietnamitas e americanos colaborando, painel de transformação digital mostrando dados de produção de chips em tempo real, estilo de visualização de engenharia, reflexos ultra detalhados da sala limpa, transportadores de wafers metálicos se movendo ao longo de trilhos automatizados, iluminação industrial branca fria com feixes de destaque âmbar, render técnico fotorrealista, profundidade de campo cinematográfica, equipamentos de fabricação de semicondutores com diagramas de sobreposição holográfica

Tecnologia e formação: a receita vietnamita 🚀

O acordo com a ASML não busca apenas acesso à litografia avançada, mas também capacitar engenheiros locais. O Vietnã precisa de uma base técnica sólida para competir em design e empacotamento de chips. A eliminação de restrições permite importar equipamentos de última geração, embora o verdadeiro desafio seja construir uma cadeia de suprimentos própria. Sem uma rede de fornecedores e testes, o país corre o risco de ser apenas um montador sofisticado. A aposta é de longo prazo e requer investimento constante.

Das oficinas de motos às salas limpas 😅

O Vietnã passará de reparar motos nas ruas de Hanói a usar trajes de coelho em salas limpas. Claro, primeiro precisam garantir que os técnicos não confundam um wafer com um prato de pho. Mas, ei, se conseguirem que os semicondutores não superaqueçam como um motor de Honda, talvez o plano funcione. Só não podem ter a ideia de vender chips no mercado flutuante, porque a umidade não é boa para os circuitos.