O Comando Sul mobilizou o porta-aviões nuclear USS Nimitz e seu grupo de ataque em direção ao Caribe. A ação coincide com a ofensiva de Trump contra Cuba e a acusação formal a Raúl Castro pela derrubada de dois aviões civis em 1996. A frota inclui o porta-aviões, sua asa aérea, um contratorpedeiro e um navio de suprimento.
O músculo técnico de um grupo de combate nuclear ⚙️
O USS Nimitz implanta até 90 aeronaves, incluindo F/A-18 e aviões de guerra eletrônica EA-18G. Seu reator A4W permite operar sem reabastecer por 20 anos. O contratorpedeiro de escolta integra o sistema Aegis com radar SPY-1, capaz de rastrear centenas de alvos simultaneamente. A logística do navio de suprimento estende a autonomia operacional do grupo em missões de pressão sustentada.
O Caribe como piscina de porta-aviões 🏊
Implantar um porta-aviões nuclear no Caribe é como usar um martelo de demolição para cravar um alfinete. A última vez que um Nimitz visitou essas águas foi para filmar Top Gun. Agora vem para lembrar a Cuba que, além do bloqueio, há um grupo de combate olhando fixamente. Talvez esperem que os caranguejos se rendam pela vibração.