Urbanização sem controle na África e Ásia: chamado para investimento global

24 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Especialistas como Moges Tadesse, de Adis Abeba, alertaram no Fórum Urbano Mundial que a urbanização rápida e mal gerida na África e no Sul da Ásia gera assentamentos informais, desigualdade e degradação ambiental. A capacidade de resposta dos governos é superada, e Tadesse pediu maior investimento internacional para que países vulneráveis enfrentem custos climáticos causados por nações mais ricas. A décima terceira sessão do fórum, em Baku, instou a ver o crescimento urbano como progresso guiado, não como problema.

Vista aérea de extensos assentamentos informais avançando sobre um rio poluído em uma megacidade asiática em rápida urbanização, guindastes de construção surgindo entre densas favelas, fumaça de queima ilegal de lixo misturada com poluição, uma única estrada pavimentada congestionada com riquixás e caminhões, terra rachada e encostas erodidas ao fundo, um funcionário do governo apontando para um mapa digital em um tablet mostrando zonas de risco de inundação enquanto um cientista climático gesticula em direção a uma estação meteorológica, visualização cinematográfica fotorrealista, céu nublado dramático com luz dourada do pôr do sol rompendo, texturas ultra detalhadas de telhados de metal corrugado e caminhos lamacentos, narrativa ambiental de alto contraste

Tecnologia urbana: sensores e dados para planejar cidades resilientes 🌍

Diante do caos urbano, soluções técnicas como sensores IoT, sistemas de informação geográfica (SIG) e modelos de simulação climática permitem mapear assentamentos informais e prever riscos. Essas ferramentas, combinadas com algoritmos de otimização de recursos, ajudam governos com orçamentos limitados a priorizar infraestrutura básica como drenagem e moradia. No entanto, sua implementação exige investimento em capacitação e hardware, algo que Tadesse apontou como dívida dos países industrializados para com os mais expostos às mudanças climáticas.

O fórum fala em progresso, mas os bairros crescem sozinhos 🏚️

Enquanto os especialistas discutem em Baku sobre urbanização guiada, nos arredores de Nairóbi ou Daca, as casas de chapa e papelão se multiplicam sem permissão de ninguém. Tadesse pede investimento internacional, mas os países ricos respondem com estudos de impacto e boas intenções. No fim, o próximo fórum será daqui a dois anos, e até lá talvez os assentamentos informais já tenham sua própria rede de fibra óptica, instalada pelos vizinhos para assistir Netflix enquanto esperam a água potável.