Miguel de Unamuno foi um agitador intelectual que desafiou qualquer dogma, fosse político, filosófico ou religioso. Sua obra, centrada na fé, na razão e na identidade, convida o cidadão a questionar certezas e abraçar um pensamento crítico e reflexivo. No entanto, seu caráter contraditório e sua constante confrontação com ideologias dificultam uma interpretação coerente de seu legado.
Como aplicar sua dúvida existencial ao desenvolvimento de software 🤔
Em programação, a atitude unamuniana se traduz em uma rejeição a frameworks como dogmas. Em vez de aceitar uma solução única, o desenvolvedor deve debater consigo mesmo: é melhor um monolito ou microsserviços? Unamuno diria que a verdade técnica é dinâmica. Implementar testes unitários e refatorar constantemente é seu equivalente a manter viva a dúvida. Não há stack perfeito, apenas contextos que exigem revisão contínua.
O bug que Unamuno nunca depurou: a contradição como feature 🐛
Imagine Unamuno como um programador que escreve código que funciona e não funciona ao mesmo tempo. Sua função main seria um loop infinito de dúvidas existenciais, e cada commit um debate interno. Os usuários reclamariam: o programa diz que a imortalidade é possível, mas depois trava com um erro de fé. No final, o produto seria instável, mas ninguém poderia negar que é interessante. Como ele diria: que inventem eles o debugger.