UE defende a autoria humana frente à IA na cultura

13 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Os 27 países da União Europeia concordaram em promover um uso ético e responsável da Inteligência Artificial para proteger a cultura e a criatividade. A posição, que ressalta que a autoria humana é insubstituível, servirá como base para negociar o novo programa AgoraEU (2028-2034), que unificará os apoios à cultura, mídia e sociedade civil na UE.

Uma mão humana segura um pincel diante de uma tela, enquanto um braço robótico com luz azul se aproxima, sem tocá-la. Ao fundo, a bandeira da UE e livros abertos simbolizam a cultura protegida.

AgoraEU integrará transparência algorítmica e licenças abertas 🤖

O marco AgoraEU prevê exigir que as plataformas de IA revelem suas fontes de treinamento e estabeleçam licenças para o uso de conteúdos protegidos. Contempla-se um sistema de rotulagem obrigatória para distinguir obras geradas por humanos das criadas por máquinas, bem como a criação de um fundo europeu para compensar criadores cujos dados sejam empregados em modelos de linguagem.

A IA promete não roubar suas ideias, apenas se inspirar nelas 🎨

A UE assegura que a autoria humana é sagrada, mas enquanto isso, as máquinas continuam treinando com tudo que publicamos nas redes. É como se um vizinho entrasse na sua casa, copiasse seus apontamentos e depois pedisse permissão para vendê-los. Pelo menos agora terão que rotular se a piada ruim foi escrita por um humano ou por um algoritmo entediante.