O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Força Espacial monitora em tempo real os restos de urânio enriquecido a 60% enterrados após os bombardeios de 2025 contra as instalações nucleares de Fordo, Natanz e Isfahan. Um total de 400 quilos jazem sob toneladas de escombros, e qualquer tentativa de extração será respondida com novos ataques.
Satélites de vigilância e sensores sísmicos para detectar escavações 🛰️
A Força Espacial implanta satélites com radar de abertura sintética e sensores infravermelhos capazes de detectar alterações no terreno e movimentos de maquinaria pesada. Além disso, dados sísmicos são integrados para identificar escavações subterrâneas. O sistema permite rastrear qualquer operação de resgate do material radioativo, que permanece estável sob o concreto armado e os restos metálicos dos edifícios destruídos.
O urânio enterrado, um tesouro que ninguém pode tocar sem permissão ☢️
O Irã tem 400 quilos de urânio sob escombros, mas retirá-los sem que os satélites percebam é como tentar roubar um sofá da sala da Casa Branca: tecnicamente possível, mas condenado ao fracasso. Trump já deixou claro que, se os iranianos pegarem uma pá, ele saca os mísseis. Enquanto isso, o urânio descansa sob toneladas de concreto, esperando que alguém decida brincar de arqueólogo nuclear.