Trump investe em Kura Sushi: do golfe ao sushi rolante

22 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Donald Trump adiciona um novo ativo à sua carteira: ações da Kura Sushi USA, adquiridas em 2 de fevereiro por um valor estimado entre um e cinco milhões de dólares. Essa jogada financeira revela uma estratégia diversificada que combina seu tradicional interesse pelo setor imobiliário e tecnológico com apostas na restauração temática japonesa, um movimento que chamou a atenção nos mercados.

photorealistic cinematic scene of a golf club transforming into a conveyor belt of sushi plates mid-swing, sushi rolls with glowing financial graphs printed on nori passing through a futuristic stock exchange ticker, Kura Sushi conveyor belt mechanism integrated with polished mahogany and gold golf club shaft, high-end restaurant interior with holographic market data floating above tables, dramatic spotlight illuminating the hybrid golf-sushi machinery, ultra-detailed mechanical joints and plate rotation system, motion blur on swinging club head, reflective metallic surfaces, technical engineering visualization

Tecnologia e tradição na carteira do ex-presidente 🍣

O investimento na Kura Sushi não é um caso isolado. Trump mantém participações em grandes empresas de tecnologia como Apple, Amazon e Alphabet, juntamente com ativos em setores mais convencionais. A Kura Sushi, conhecida por seus pratos servidos em esteiras transportadoras e pelo uso de sistemas automatizados para pedidos e pagamentos, representa um ponto de encontro entre a restauração clássica e a inovação digital. A aposta de Trump sugere que ele vê potencial na eficiência operacional desse modelo de negócio.

A arte de fazer dinheiro rolando, literalmente 🍱

É curioso que alguém acostumado a se cercar de dourados e grandes espaços tenha voltado seu olhar para o sushi de rede. Talvez Trump planeje adicionar um toque de seu estilo: pratos com seu nome servidos em bandejas douradas, ou um sistema de gorjetas obrigatórias com sua assinatura. Enquanto isso, os investidores se perguntam se seu próximo movimento será comprar ações de uma empresa de wasabi ou de saquê de luxo.