O presidente das Ilhas Canárias, Ángel Víctor Torres, afirma que informou a todos os presidentes autonômicos sobre a operação de retorno de cidadãos espanhóis do exterior durante a crise sanitária. Em suas declarações, Torres garante que a comunicação foi completa e transparente, negando qualquer tipo de ocultação sobre os detalhes do voo. A polêmica surge devido às versões de alguns governantes que afirmam não ter recebido tais informações com antecedência.
A logística de repatriação em tempos de pandemia ✈️
A operação de repatriação envolveu a coordenação de voos comerciais e charter, a gestão de cotas de passageiros e a implementação de protocolos sanitários em aeroportos. A comunicação entre administrações foi fundamental para alocar recursos de quarentena e realizar o acompanhamento de casos. Torres destaca que foram utilizados canais oficiais e reuniões telemáticas para distribuir os dados. No entanto, a discrepância entre as versões sugere que o sistema de notificação pode ter tido falhas técnicas ou humanas na transmissão das informações.
A transparência que ninguém viu chegar 🤔
Torres afirma que foi tudo tão transparente que até os presidentes autonômicos deveriam ter recebido as informações por telepatia, porque alguns garantem que nem ficaram sabendo. Talvez o voo de repatriação incluísse uma carga de fumaça colorida para que todos vissem, mas ficou em terra. No final, a transparência é como o wi-fi: se não chega, a culpa é do roteador, não da mensagem.