O Ministério Público do condado de Martin, na Flórida, apresentou acusações formais contra Tiger Woods pelo acidente de trânsito ocorrido em março. O golfista dirigia sob efeito de medicamentos opioides ao tentar ultrapassar um veículo de limpeza urbana. Woods não compareceu à audiência judicial de terça-feira, pois recebe tratamento no exterior por seu vício nesses fármacos, decorrente das dores crônicas de suas lesões esportivas.
Sistemas ADAS e a gestão de fármacos em condutores 🚗
O acidente de Woods reabre o debate sobre os sistemas avançados de assistência à condução (ADAS). Sensores como câmeras e radares detectam obstáculos e aplicam frenagem de emergência, mas não avaliam o estado psicofísico do condutor. Tecnologias como o reconhecimento facial ou o rastreamento do olhar poderiam alertar sobre uma possível condução sob efeito de substâncias, embora sua implementação em massa ainda enfrente desafios legais e de privacidade. A indústria busca soluções para casos como este.
O swing que não conseguiu desviar de um caminhão de lixo ⛳
Tiger Woods, acostumado a contornar bunkers e obstáculos no campo, não conseguiu superar um veículo de limpeza urbana. Talvez tenha confundido o caminhão com um caddie e esperado que lhe devolvesse o putter. Enquanto isso, seu advogado prepara um argumento de peso: que os opioides o faziam ver o acostamento como um green do Augusta. A defesa terá que ser mais precisa do que seus drives.