Termografia 3D e Simulação de Fadiga Térmica em Juntas de Expansão

05 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Um vazamento de vapor em uma usina geotérmica causou ferimentos na equipe após a ruptura de uma junta de expansão. A análise posterior revelou que a falha não foi súbita, mas sim o resultado de ciclos térmicos repetitivos que degradaram o aço. A termografia 3D, combinada com software de simulação, permitiu mapear as zonas de concentração de tensão e modelar a fadiga do material, oferecendo uma metodologia precisa para prevenir desastres em infraestruturas críticas.

Simulação 3D de fadiga térmica em junta de expansão com mapa de calor e zonas de tensão

Fluxo de Trabalho Forense: Da Termografia à Simulação Mecânica 🔧

O processo começou com a captura de dados térmicos usando FLIR Tools, gerando um mapa de temperaturas superficiais que evidenciava gradientes anômalos na junta. Essas nuvens de pontos foram importadas para o MeshMixer para limpar o ruído e reconstruir uma malha 3D precisa do componente. O modelo sólido foi transferido para o SolidWorks Simulation, onde foram aplicadas cargas cíclicas com base nos dados reais de temperatura. A simulação revelou que a fadiga térmica havia ultrapassado o limite de escoamento do aço na zona da fissura. Finalmente, o Blender foi usado para renderizar animações do processo de degradação, facilitando a comunicação técnica da falha para as equipes de manutenção.

Prevenção de Falhas em Infraestruturas Geotérmicas ⚠️

A combinação de termografia 3D com simulação preditiva oferece uma vantagem crucial: detectar microfissuras antes que se transformem em vazamentos catastróficos. Para usinas geotérmicas, recomenda-se integrar um monitoramento periódico com FLIR Tools e atualizar os modelos de fadiga no SolidWorks Simulation sempre que ciclos térmicos anômalos forem registrados. A visualização no Blender, além disso, permite treinar a equipe na identificação de padrões de falha. Investir neste fluxo de trabalho não só salva vidas, mas também reduz drasticamente os custos de parada não programada.

Como a termografia 3D aplicada a juntas de expansão pode identificar pontos de concentração de fadiga térmica que não são detectáveis por simulações numéricas tradicionais em uma usina geotérmica

(PD: A fadiga dos materiais é como a sua depois de 10 horas de simulação.)