Extremadura inicia a campanha do tabaco consolidando sua liderança europeia, com 98% da produção nacional. Este ano serão plantados 6.496 hectares, 7% a mais que na temporada anterior, embora longe dos 10.000 hectares de 2010. A contratação atinge 23,69 milhões de quilos, um aumento de 723.600 quilos em relação a 2025. No entanto, o setor navega entre o otimismo comercial e a pressão dos custos de produção.
Análise 3D da oferta: hectares, contratos e atores industriais 📊
A visualização em 3D permite detalhar a evolução do setor. Um gráfico de barras verticais compararia a área cultivada em 2010 (10.000 ha) com os atuais 6.496 ha, revelando uma contração de 35%. Um segundo plano mostraria os quilos contratados por empresa: Oitab lidera com 23,69 milhões de quilos, seguido por Cetarsa, Deltafina e Mella, com aumentos individuais que somam 3% adicionais em relação ao ano passado. Um mapa 3D da Extremadura, com relevo topográfico, poderia colorir as regiões tabaqueiras (La Vera, Campo Arañuelo) conforme a densidade de hectares por município, gerando um gradiente térmico visual. Esses dados confirmam que a oferta cresce em volume, mas a base de hectares continua longe de seu pico histórico.
O paradoxo da margem: mais quilos, mais custos, mais risco ⚠️
O aumento de hectares e contratos não garante rentabilidade. A guerra no Irã dispara o preço do combustível e dos fertilizantes, insumos críticos para o cultivo. Além disso, a Asaja alerta sobre restrições a fitossanitários-chave como o Dicloropropeno 1.3 e o Metam Sódio, o que reduz as opções de controle de pragas. Em um gráfico 3D de superfície, seria possível cruzar a variável de hectares plantados com o índice de custos de produção (diesel + fertilizantes) para projetar uma queda da margem líquida por quilo. O diretor da Oitab classifica o crescimento da contratação como muito positivo, mas os agricultores sabem que cultivar mais nem sempre significa ganhar mais.
Quais métricas 3D você usaria para mostrar oferta vs demanda no setor?