SLS e PEBA: o salto do calçado 3D para a produção em série

24 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

A fabricação aditiva avança em direção à produção em escala real. A combinação da sinterização seletiva a laser (SLS) com o polímero elastomérico PEBA permite criar calçados personalizados sem moldes, reduzindo o peso e melhorando a amortecimento. Uma alternativa sólida aos processos tradicionais para marcas que buscam flexibilidade e desempenho.

SLS laser sintering a PEBA powder bed into a midsole lattice, robotic arm removing finished shoe from build platform while a second printer starts a new layer, glowing laser beam tracing complex honeycomb geometry, translucent white PEBA granules falling from overhead hopper, real-time 3D model displayed on monitor showing stress distribution, industrial production line with multiple printers operating in parallel, cinematic engineering visualization, high-contrast lighting, metallic chamber interior, fine powder particles suspended in air, ultra-detailed mechanical components, photorealistic technical render

Propriedades técnicas que fazem a diferença 🚀

O PEBA se destaca por sua alta resistência ao rasgo e sua capacidade de recuperação elástica após a deformação. Ao ser processado via SLS, obtêm-se estruturas reticuladas que otimizam a absorção de impactos sem adicionar peso. Isso permite projetar solas com zonas de diferentes rigidezes em uma mesma peça, algo impossível na injeção convencional. A durabilidade do material garante que os tênis suportem treinos intensivos sem perder propriedades.

Tênis de elite que ainda não correm a maratona 🏃

Claro, a tecnologia promete tênis que se adaptam ao pé como uma luva, mas ainda é preciso esperar o preço baixar de categoria. Hoje em dia, o calçado SLS-PEBA custa o preço de uma passagem de avião para outro continente. A boa notícia: pelo menos, se você se lesionar correndo, poderá se gabar de ter um tênis mais tecnológico que o carro do seu vizinho.