Sevilha afunda: a crise que já é recorde histórico de derrotas

25 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O Sevilla FC voltou a perder por um gol de diferença (1-0) e se consolida como o time mais perdedor de sua história recente. Carmona admitiu que a má fase se reflete em campo, enquanto a torcida observa preocupada a falta de coesão e os problemas táticos que parecem não ter solução. A crise, tanto esportiva quanto institucional, mantém o time em uma posição cada vez mais complicada na tabela.

Estádio de futebol noturno vazio, jogador solitário caminhando cabisbaixo em direção ao túnel dos vestiários, bola rolando abandonada na grama molhada, placar eletrônico apagado na arquibancada vazia, primeira linha de defesa desorganizada durante uma jogada adversária, banco técnico com pranchas táticas borradas e fones de ouvido desconectados, silhuetas de torcedores desfocadas olhando da sombra, estilo cinematográfico realista, iluminação dramática azul e cinza, texturas de grama molhada e concreto, lente grande angular distorcida, atmosfera de tensão e abandono, fotografia técnica esportiva.

O sistema tático falha: dados que explicam a fragilidade defensiva 📉

Os números não mentem. O Sevilla acumula uma média de 1,8 gols sofridos por partida, com uma defesa que concede mais de 15 finalizações por jogo. A pressão alta, longe de ser eficaz, deixa espaços enormes entre as linhas. Os laterais sobem sem cobertura e o pivô defensivo recebe menos de 45 passes por partida, o que quebra a conexão com o ataque. Sem transições claras nem automatismos, o time depende de ações individuais que raramente dão resultado.

Carmona, o psicólogo do vestiário sem título oficial 🧠

Carmona fala em transmissão de má fase, como se o time tivesse um wifi emocional que só emite sinais de derrota. A torcida já se pergunta se o próximo passo será contratar um xamã ou instalar um roteador de boas vibrações no vestiário. Enquanto isso, os problemas táticos continuam sem solução e a tabela fica cada vez mais íngreme. Talvez a única coisa que falte é o presidente sair dizendo que isso faz parte do plano de desenvolvimento a longo prazo.