Seiji Kishi: o diretor que domina o caos coral e os videogames animados

08 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Seiji Kishi é um nome recorrente na indústria de animes, especialmente quando falamos em adaptar obras com elencos massivos. Desde a Lerche, o estúdio que o viu crescer, este diretor demonstrou uma habilidade particular para lidar com grupos de personagens sem que a trama desmorone. Seu estilo enérgico e sua capacidade de traduzir mecânicas de videogames para sequências animadas o tornam uma referência técnica para produções complexas.

Seiji Kishi da Lerche dirige caos coral e videogames animados, com personagens enérgicos e ação fluida.

A arte de traduzir pixels em quadros: direção técnica e adaptação 🎮

Kishi não apenas dirige; ele projeta fluxos de ação que replicam a lógica dos videogames. Em Danganronpa, por exemplo, ele consegue que os julgamentos escolares tenham o ritmo de uma batalha por turnos, usando cortes rápidos e zooms dinâmicos para manter a tensão. Seu trabalho em Angel Beats! mostra como ele sincroniza a música com coreografias de combate, algo que exige um storyboard milimétrico. Essa abordagem técnica, baseada em planos-sequência fragmentados, permite que o espectador sinta a imediatez de uma partida sem perder a narrativa.

Quando sua turma inteira cabe em um único plano (e não explode) 🎯

Se há algo que Kishi sabe fazer é colocar 20 personagens em uma cena sem que pareça um meme dos Flintstones. Em Assassination Classroom, ele consegue que cada aluno tenha seu momento de glória sem que o pobre Koro-sensei tenha que repetir sua piada de polvo três vezes. Claro, às vezes o caos é tanto que a gente suspeita que o diretor programa o roteiro com um controle de Xbox. Mas, ei, funciona. E se não, que perguntem aos fãs que ainda discutem quem era o melhor atirador da turma 3-E.