Riquelme acelera seu plano para o Real Madrid diante da antecipação eleitoral

24 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O CEO da Cox, Enrique Riquelme, revelou que sua equipe trabalha contra o relógio para apresentar uma proposta empolgante antes de 23 de maio, data limite para as eleições do Real Madrid. Sem ainda confirmar sua candidatura, ele alertou que essas eleições podem ser as últimas do clube se uma possível privatização se concretizar. Foi o que explicou durante sua participação no VII Fórum Internacional de Expansión, onde reconheceu que a antecipação eleitoral os obrigou a modificar seu roteiro inicial, previsto para 2028.

empresário de terno escuro revisando urgentemente uma linha do tempo digital em uma tela holográfica transparente, calendário marcado com 23 de maio com brilho de alerta vermelho, plantas arquitetônicas de um estádio moderno sendo desenroladas sobre uma mesa de vidro, equipe de analistas apontando para projeções financeiras e diagramas de infraestrutura, escritório dramático com horizonte da cidade ao pôr do sol, visualização técnica cinematográfica, ilustração de engenharia fotorrealista, expressões intensas e focadas, desfoque de movimento em documentos sendo embaralhados, iluminação corporativa quente com reflexos frios da tela azul, ambiente de escritório ultra detalhado

A estratégia técnica que a Cox planeja para modernizar o clube 🏟️

Fontes próximas ao projeto indicam que a proposta de Riquelme se baseia em um plano de digitalização integral do estádio e da gestão esportiva. Está prevista a implantação de sistemas de análise de dados em tempo real para otimizar o desempenho da equipe e a experiência do sócio. Também se cogita uma plataforma de bilhetagem baseada em blockchain que garanta transparência na revenda. Tudo isso, segundo os técnicos, permitiria reduzir custos operacionais e aumentar as receitas de patrocínio, embora o prazo apertado de dois meses gere dúvidas entre os desenvolvedores.

O plano B de Riquelme: privatizar o Madrid para não ter que acordar cedo 😏

Se a candidatura de Riquelme não convencer o sócio, sempre lhe resta o trunfo da privatização. Porque, sejamos sinceros, governar um clube com 100.000 donos é como tentar estacionar na Castellana em dia de jogo: todos opinam, ninguém cede e no final você acaba num estacionamento pago. O empresário já deixou claro que se não o deixarem jogar, leva o estádio, os troféus e, de quebra, a máquina de café da sala de reuniões. Isso sim, ele promete que a oferta será empolgante, que é a palavra curinga de todo candidato que ainda não sabe o que vai fazer.