O CEO da Cox, Enrique Riquelme, revelou que sua equipe trabalha contra o relógio para apresentar uma proposta empolgante antes de 23 de maio, data limite para as eleições do Real Madrid. Sem ainda confirmar sua candidatura, ele alertou que essas eleições podem ser as últimas do clube se uma possível privatização se concretizar. Foi o que explicou durante sua participação no VII Fórum Internacional de Expansión, onde reconheceu que a antecipação eleitoral os obrigou a modificar seu roteiro inicial, previsto para 2028.
A estratégia técnica que a Cox planeja para modernizar o clube 🏟️
Fontes próximas ao projeto indicam que a proposta de Riquelme se baseia em um plano de digitalização integral do estádio e da gestão esportiva. Está prevista a implantação de sistemas de análise de dados em tempo real para otimizar o desempenho da equipe e a experiência do sócio. Também se cogita uma plataforma de bilhetagem baseada em blockchain que garanta transparência na revenda. Tudo isso, segundo os técnicos, permitiria reduzir custos operacionais e aumentar as receitas de patrocínio, embora o prazo apertado de dois meses gere dúvidas entre os desenvolvedores.
O plano B de Riquelme: privatizar o Madrid para não ter que acordar cedo 😏
Se a candidatura de Riquelme não convencer o sócio, sempre lhe resta o trunfo da privatização. Porque, sejamos sinceros, governar um clube com 100.000 donos é como tentar estacionar na Castellana em dia de jogo: todos opinam, ninguém cede e no final você acaba num estacionamento pago. O empresário já deixou claro que se não o deixarem jogar, leva o estádio, os troféus e, de quebra, a máquina de café da sala de reuniões. Isso sim, ele promete que a oferta será empolgante, que é a palavra curinga de todo candidato que ainda não sabe o que vai fazer.