Reggie defende os preços da Nintendo com o artesanato de Kyoto

06 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O ex-presidente da Nintendo of America, Reggie Fils-Aimé, voltou a colocar na mesa a estratégia de preços da empresa. Durante uma palestra na Universidade de Nova York, ele defendeu que seus jogos raramente baixam de preço porque são os melhores do mercado. Comparou a filosofia da empresa com o artesanato de Kyoto, cidade conhecida por sua excelência em cerâmica e porcelana, justificando assim um preço justo que não muda com o tempo.

Reggie Fils-Aimé, junto à cerâmica de Kyoto, explica por que os jogos da Nintendo mantêm seu preço.

Desenvolvimento sem patches, uma abordagem técnica diferencial 🎮

Segundo Fils-Aimé, a Nintendo lança títulos completos e prontos para jogar, sem as atualizações massivas do primeiro dia que dominam na indústria. Isso implica um ciclo de desenvolvimento mais controlado e focado na otimização final do produto antes de sua venda. Enquanto outras empresas entregam software mal acabado e o finalizam com patches, a Nintendo aposta em um modelo onde o cartucho ou disco contém a experiência definitiva desde o início, justificando assim seu valor estável ao longo do tempo.

A arte de pagar 60 conto por um cartucho de três anos atrás 💸

Ou seja, se você comprar um jogo da Nintendo em 2027, pagará o mesmo que em 2024, mas com a emoção de saber que não perderá o patch do primeiro dia. É como comprar um vaso de Kyoto: bonito, artesanal, e que não é atualizado para a versão 2.0 com um patch de barro. Claro, o vaso não se desvaloriza, mas também não dá para jogar Mario Kart com ele. Pelo menos, o preço justo garante que sua carteira chore com a mesma intensidade toda vez.