Professores em luta: trinta mil almas tomam Valência em greve por tempo indeterminado

26 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

A terceira semana de greve por tempo indeterminado dos professores da rede pública não universitária mobilizou mais de 30 mil pessoas em Valência. Os sindicatos apresentaram uma nova proposta que, por enquanto, não tem data para negociação. O clima é tenso, com manifestações diárias e uma grande manifestação unitária prevista para quarta-feira. A conselheira já se reuniu com as partes para abordar a crise, embora sem avanços concretos.

multidão massiva de professores em greve ocupando uma larga rua de Valência, dezenas erguendo bandeiras vermelhas sindicais e cartazes bem alto, grupo central de educadores segurando uma grande faixa enquanto marcham para frente, estilo de ilustração técnica, densidade de multidão fotorrealista, luz dramática da tarde projetando longas sombras sobre o calçamento, professores vestindo roupas casuais de protesto e carregando apitos, ação de caminhar e cantar unificados, composição cinematográfica grande angular, arquitetura urbana emoldurando a manifestação, iluminação de alto contraste enfatizando dezenas de milhares de figuras humanas, sem texto ou números visíveis, dobras realistas de tecido e tons de pele, desfoque de movimento nas bordas sugerindo fluxo contínuo

A tecnologia educacional fica em espera sem docentes nas salas de aula 💻

Enquanto os corredores digitais de plataformas como Aules e Webex se esvaziam de atividade, o debate técnico se concentra na falta de manutenção dos equipamentos de informática. Sem professores, os sistemas de gestão educacional da Generalitat Valenciana operam a passo lento, com servidores que mal processam incidentes. A exclusão digital se agrava quando não há quem ligue os projetores nem atualize os conteúdos. Os sindicatos alertam que, sem pessoal, a inovação pedagógica é papel molhado.

A conselheira busca soluções enquanto as provas tomam um café ☕

A conselheira se reuniu com os sindicatos para tentar desatolar o conflito, mas os docentes parecem ter encontrado um novo método pedagógico: a paciência infinita. Enquanto isso, os alunos se perguntam se a greve é uma disciplina a mais que aprovarão por presença. No ritmo atual, o próximo plano de choque não será educacional, mas sim para evitar que as cantinas dos institutos quebrem por falta de clientes.