Plano para reforçar a Guarda Civil no Estreito após a morte de dois agentes

11 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

Um grupo parlamentar apresentou um plano para proteger a Guarda Civil no Estreito, após a morte de dois agentes em Huelva por uma embarcação de narcotraficantes. A proposta inclui recuperar uma unidade especializada antinarcóticos no sul e reformar o Código Penal para que esses crimes sejam julgados pela Audiência Nacional, evitando pressões sobre juízes locais.

Um agente da Guarda Civil observa o Estreito ao entardecer, junto a um patrulheiro e um mapa da zona, com um punho cerrado em sinal de determinação.

Meios técnicos e armas não letais para a luta contra o narcotráfico 🚔

O plano prevê um reforço de meios materiais para os agentes, incluindo a dotação de armas não letais e sistemas de vigilância avançados. Busca-se declarar o Campo de Gibraltar como zona de atenção especial, o que permitiria coordenar recursos tecnológicos como drones e radares costeiros. Também são endurecidas as penas por tráfico de drogas e reconhecida a atividade policial como profissão de risco, melhorando a proteção dos funcionários prisionais.

O Governo brilha por sua ausência no funeral dos agentes 😤

Enquanto os políticos debatem sobre armas não letais e novas leis, a ausência de representantes do Governo no funeral dos dois guardas civis causou certo mal-estar. Parece que alguns preferem enviar flores virtuais a comparecer no tanatório. Claro, para as fotos da próxima cúpula antidrogas, com certeza brigarão para aparecer na primeira fila.