Paul Magnier vence em Sófia e o Giro deixa um rastro de fraturas na Bulgária

11 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O Giro d'Italia encerrou sua passagem pela Bulgária com uma etapa em Sófia, onde Paul Magnier confirmou sua ponta de velocidade ao vencer Jonathan Milan no sprint. No entanto, a visita ao país balcânico ficará marcada pela grave queda de sábado, que deixou a equipe UAE sem três corredores: Adam Yates, Marc Soler com fratura na pelve e Jay Vine com concussão e cotovelo quebrado. A corrida retoma seu rumo na Itália após o dia de descanso.

Um sprint ciclístico em Sófia, com Paul Magnier erguendo os braços, enquanto ao fundo uma ambulância evoca as fraturas do Giro.

A mecânica do sprint e a gestão de riscos no pelotão moderno 🚴

O triunfo de Magnier se explica por sua capacidade de ler os movimentos do trem do Lidl-Trek, que lançou Milan na reta final de Sófia. Magnier aproveitou o vácuo e acelerou no momento preciso para superar o italiano por meio metro. Mas a análise técnica da etapa anterior revela falhas na gestão de curvas rápidas e paralelepípedos soltos, fatores que provocaram a queda em massa. As equipes já revisam os sistemas de comunicação por rádio para alertar antes de trechos perigosos.

O Giro descobre que a Bulgária tem mais buracos do que pódios 🕳️

A organização prometeu paisagens de cartão-postal e estradas de primeira, mas o pelotão encontrou um asfalto que parecia desenhado por uma toupeira. Três corredores da UAE saíram voando sem precisar de asas, e Marc Soler levou uma pelve fraturada como lembrança turística. Se a ideia era que a Bulgária entrasse no mapa do ciclismo, conseguiu: agora todos sabem onde estão os piores paralelepípedos da Europa. Próxima parada: Itália, onde as quedas são mais seletivas.