A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, visitou Niscemi pela terceira vez após o deslizamento de 25 de janeiro. Acompanhada pelo chefe da Proteção Civil, anunciou na prefeitura que o Conselho de Ministros aprovaria dois programas de 75 milhões de euros cada: um para segurança territorial e outro para indenizar os afetados.
A tecnologia geotécnica por trás dos 75 milhões para o solo 🛠️
O primeiro pacote, focado em segurança territorial, pode financiar sistemas de monitoramento geotécnico em tempo real, como sensores de deslocamento e piezômetros. Essas ferramentas permitem detectar movimentos do solo antes que ocorram desastres. Também são considerados drenos profundos e muros de contenção, soluções de engenharia civil que estabilizam encostas instáveis. A chave é integrar dados de satélite com redes de sensores locais para criar alertas precoces, uma prática comum em zonas de risco sísmico ou hidrogeológico.
Indenizações: o drama de não poder reconstruir nem vender 💔
O segundo programa compensa proprietários de casas desabadas, desocupadas ou declaradas inabitáveis sem possibilidade de reconstrução. Ou seja, você receberá dinheiro por uma casa que já não existe e que não poderá erguer novamente. Pelo menos não terá que pagar o IPTU de uma ruína. Isso sim, se esperava usá-lo para comprar um terreno na praia, esqueça: o governo especifica que é para indenizar, não para se mudar para Cancún.