Médico de Singapura é preso por morte de paciente com EDTA intravenoso

14 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O Dr. Chan Bingyi foi condenado a 18 meses de prisão após administrar ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) por via intravenosa a Lau Li Ting, uma mulher de 31 anos sem doenças prévias. A paciente buscava melhorar linhas de expressão na testa, mas a concentração e velocidade excessivas do composto provocaram toxicidade e uma parada cardíaca fatal. O médico ocultou da família e dos serviços de emergência que havia aplicado o tratamento, conduta que o juiz classificou como deplorável e egoísta.

Um tribunal de Cingapura. O médico Chan Bingyi, de jaleco branco e semblante sombrio, ouve sua condenação a 18 meses de prisão pela morte de sua paciente Lau Li Ting após administrar EDTA intravenoso.

O EDTA: um quelante com riscos técnicos na prática estética 🧪

O EDTA atua como agente quelante ao se ligar a íons metálicos no sangue, mas seu uso intravenoso requer controle rigoroso de dose e velocidade de infusão. Neste caso, a concentração aplicada ultrapassou as margens seguras, provocando hipocalcemia aguda e arritmias cardíacas. Embora seja usado na medicina para tratar intoxicações por metais pesados, não há evidências que respaldem seu emprego em procedimentos cosméticos. A falta de protocolos e a negligência na administração foram fatores determinantes no desfecho.

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Remover as rugas da testa costuma ser um capricho, não uma urgência médica. Mas a paciente confiou em um tratamento que prometia resultados rápidos sem perguntar se o produto vinha com manual de instruções. O médico, por sua vez, demonstrou que sua prioridade não era a saúde, mas sim ocultar o erro. No final, 18 meses de prisão parecem um desconto comparados à vida perdida. Isso sim, as linhas de expressão já não são um problema para a vítima.