Mas estuda deixar a presidência do Zaragoza pelo dano reputacional

26 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O investidor americano Jorge Mas avalia deixar a presidência do Real Zaragoza após o rebaixamento para a Primeira RFEF. A ausência no dia a dia do clube lhe gerou um desgaste reputacional que ele busca evitar. Embora mantivesse seu apoio financeiro e sua propriedade, estuda-se uma substituição no cargo e uma reestruturação do conselho para reorganizar a direção sem implicar desinvestimento.

photorealistic cinematic scene of a glass-walled corporate boardroom at sunset, an empty presidential chair with a Zaragoza club crest embroidered on its back, a half-finished financial report and a tablet displaying a stock portfolio on the polished table, a businessman’s hand pushing away a nameplate reading presidente, dramatic shadows falling across the desk, a framed club photo being turned face-down, cold blue light from monitors showing a restructuring diagram, tense atmosphere, ultra-detailed textures, high-end architectural visualization

Reestruturação diretiva com modelo de gestão remota 🏢

A operação busca um novo presidente executivo e um diretor geral que assumam a gestão local, enquanto Mas se mantém como proprietário à distância. Este modelo de controle remoto, comum em fundos de investimento, requer uma estrutura de reporte clara e delegação de poderes. O desafio é implementar um organograma eficiente que permita a tomada de decisões sem a presença física do maior acionista, um desafio de governança em um clube de futebol.

O dono fantasma e o clube dos horrores 👻

Mas descobriu que ser presidente de um clube de futebol implica algo mais do que enviar um e-mail de Dallas. Agora procura alguém que faça o trabalho sujo: ir ao estádio, aguentar as coletivas de imprensa e explicar por que o time joga na Terceira Divisão. Como naquelas empresas onde o chefe aparece só para a foto de Natal, o Zaragoza precisa de uma alma alugada que leve as vaias.