A justiça fecha novamente a porta para investigar Peter Lim

06 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

O Tribunal Provincial de Valência rejeitou um novo pedido para investigar a gestão de Peter Lim como acionista majoritário do Valencia CF. O ex-vice-presidente Miguel Zorío, que recorreu de um arquivamento anterior, denunciava supostos crimes na gestão do proprietário e de Layhoon Chan. O Ministério Público já havia descartado aprofundar o caso, e o tribunal confirmou essa decisão, anulando as alegações de Zorío.

Um tribunal com uma placa de fechado e papéis arquivados, simbolizando a rejeição em investigar Peter Lim.

O sistema judicial, um algoritmo sem correções para o torcedor 🖥️

Se o Valencia CF funcionasse como um sistema de computador, a gestão de Lim seria um software com erros críticos que nenhum desenvolvedor quer corrigir. A denúncia de Zorío agiu como um teste de penetração, mas o firewall judicial (o Tribunal Provincial) bloqueou o acesso aos dados internos. O torcedor, como usuário final, só recebe telas de bloqueio e atualizações falhas. Não há depuração de código nem patches de segurança: o sistema continua rodando em loop, com os mesmos erros de sempre.

O juiz, especialista em não ver pênaltis ⚽

A justiça tem uma curiosa habilidade de não encontrar crimes onde o valencianismo vê um festival de faltas. É como um árbitro que, após revisar o VAR, decide que o chute na torcida foi legal. Zorío tentou dar cartão vermelho a Lim, mas o árbitro judicial marcou falta do denunciante. Assim, enquanto o clube navega sem leme, os juízes demonstram que, no banco da lei, algumas partidas sempre terminam em empate em nada.