Impressão 3D como nova ferramenta no trabalho da Ertzaintza

13 de May de 2026 Publicado | Traducido del español

A tecnologia 3D está sendo integrada nos corpos de segurança, e a Ertzaintza não é exceção. Seu uso permite reconstruir cenas de crime com precisão milimétrica, facilitando a investigação forense. Evitam-se erros de interpretação e agiliza-se o trabalho judicial, tudo a partir de um modelo digital.

Reconstrução 3D de uma cena de crime para a Ertzaintza, com modelo digital e precisão forense.

Reconstrução forense com modelos volumétricos 🕵️

Um exemplo prático é a recriação de um acidente de trânsito. Escaneando o local com um laser 3D, gera-se um gêmeo digital. Programas como RealityCapture ou Agisoft Metashape processam as nuvens de pontos para criar malhas. Depois, com Blender ou MeshLab, analisam-se trajetórias e deformações. Isso permite que os agentes determinem velocidades e pontos de impacto sem depender apenas de testemunhos.

Quando o criminoso imprime sua própria álibi 😅

Imagine o suspeito dizendo: Eu não estava lá, olhe esta peça de plástico que imprimi para o carro. E então a Ertzaintza mostra a ele sua réplica exata da cena. O cara fica pálido ao ver que sua álibi é desmontada com um modelo 3D. Ainda bem que eles ainda não imprimem álibis em plástico, porque senão, teríamos que escanear também as desculpas.