A promotora Teresa Yoldi, coordenadora da zona de Martorell, lidera a investigação sobre a morte de Isak Andic, fundador da Mango. O caso, que aponta seu filho Jonathan Andic como suposto homicida, chamou a atenção da mídia. Yoldi, conhecida por sua meticulosidade, já conseguiu condenações em três crimes sem cadáver e acumula uma centena de julgamentos com júri em seu currículo.
Como a tecnologia forense desmonta álibis em casos de alto perfil 🕵️
Neste tipo de investigação, a análise de dados de geolocalização de celulares e registros de cartões de acesso é fundamental. A promotora Yoldi costuma se apoiar em laudos periciais que cruzam cronogramas com padrões de movimento. No caso Andic, a reconstrução da cena e o estudo das comunicações entre pai e filho serão determinantes para estabelecer a dinâmica dos fatos e possíveis contradições nos depoimentos.
A promotora que não precisa de cadáver para encerrar um caso ⚖️
Teresa Yoldi tem um currículo assustador: três homicídios sem corpo e uma condenação de 93 anos a um ex-guarda civil por matar dois policiais. Para ela, um caso com cadáver é quase um luxo. Se a isso somarmos que ela participou de cem julgamentos com júri, o filho de Andic deveria pensar em um bom advogado ou em um álibi mais sólido do que um simples não fui eu.